5 de ago de 2015

mais um


Coletânea dos 07 melhores contos de Allan Poe: O Gato Negro, A queda da Casa de Usher, O Corvo, O barril de amontillado,  Manuscrito encontrado  numa garrafa, Berenice, William Wilson. Mistério, Suspenso e terror é o que o leitor encontrará nesta obra com o inventor do gênero ficção policial.


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

ISBN: 9786123031107
Idioma: Português
Editora: Los Libros Mas Pequeños del Mundo
Autor: EDGAR ALLAN POE; COMPILADOR- ALBERTO BRICENO
Tipo de colaborador: TRADUÇÃO SILVANA COSTA SANGUINETTI; ILUSTRAÇÃO FRANCO MARTINEZ LUIS
Encadernação: CAPA DURA EM ALTO RELEVO FEITA A MÃO 
Altura x Largura: 6x5
Peso: 0,042 kg
Ano de Lançamento: 2012
Número de Páginas: 448

11 de mai de 2014

complementos


  • Na coletânea Folhetim, poemas traduzidos (Folha de S.Paulo, 1987), há o poema de Edgar Allan Poe, "Só". 
  • "Nunca aposte sua cabeça com o diabo - uma história moral" (1841). In: A Selva do dinheiro: histórias clássicas do inferno econômico. Seleção e tradução de Roberto Muggiati, Rio de Janeiro, Record, 2002.
  • "O tonel do Amontillado". (traduzido por Otacílio Nunes). In: A alma do vinho: contos e poemas com a mais célebre das bebidas. Seleção, organização e notas de Waldemar Rodrigues Pereira Filho. Prefácio de Marcos Siscar. São Paulo, Globo, 2009.
  • "Sombra" (traduzido por Otacílio Nunes), idem.

Devo essas preciosas indicações a Sérgio Tadeu Guimarães Santos, a quem muito agradeço.

7 de mar de 2014

mais um william wilson

superlegal, mais uma tradução de "william wilson", gentilíssima informação de sérgio tadeu santos:

"Para colaborar no levantamento dos contos de Poe.
"Há uma antologia organizada pelo Harold Bloom – Contos e poemas para crianças extremamente inteligentes de todas as idades, em 4 volumes, publicada pela editora Objetiva, em 2003, tradução de José Antonio Arantes. No volume 4, pg 241-278, há o conto William Wilson."




18 de dez de 2013

tardio, porém viçoso

a revista tradterm, da usp, publicou em seu último número, v. 22/1 (2013), meu artigo "tardio, porém viçoso: poe contista no brasil", reunindo a trajetória da poeana em prosa traduzida e publicada em livro entre nós. o artigo está disponível aqui.

30 de ago de 2013

von kempelen: uma retificação

segue uma retificação importante, que devo ao pesquisador rodrigo cardoso, a quem agradeço a gentileza.

afirmei anteriormente que "von kempelen and his discovery", o último conto que poe publicou em vida, era inédito entre nós e anunciei minha tradução desse conto - publicada em (n.t.) revista literária em tradução, aqui - como a primeira no brasil.

errado.

o conto foi publicado em 1944, na monumental edição da globo, de título não exatamente muito preciso de poesia e prosa/ obras completas, em tradução de milton amado e oscar mendes, incluído no terceiro volume entre os ensaios.

feita a correção, gostaria de, primeiro, justificar meu erro e, segundo, aventar uma provável necessidade.

I.
disponho da edição de 1986 pela nova aguilar, que afirma ter o mesmo conteúdo (embora revisto e em nova organização) da edição da globo de 1944. porém o conto "von kempelen" não consta, nem entre a ficção nem entre os ensaios. daí ter eu concluído que "von kempelen and his discovery" era inédito entre nós.


minhas desculpas pela informação errônea. fica a lição: por mais fidedigna que possa parecer uma fonte, é sempre preciso corroborá-la com outra.

II.
em vista dessa constatação - a saber, que o conteúdo da edição da aguilar não corresponde inteiramente ao conteúdo da edição da globo de 1944 -, seria interessante um cotejo cuidadoso entre ambas, para apurar se eventualmente ocorreu mais alguma omissão.



25 de jun de 2013

hoffmann e poe

o clássico e excelente estudo de palmer cobb sobre as influências de hoffmann em edgar a. poe, disponível aqui.



e a mais do que plausibilíssima hipótese de que o título tales of the grotesque and arabesque tenha derivado do artigo de walter scott sobre hoffmann (1827):




(aliás, ambos parecem igual e sinistramente alucinados...)


12 de dez de 2012

poe, o excêntrico




todos os meus blogs dedicados à tradução de uma obra ou a um autor têm vida limitada, relacionada com os estudos da obra e do autor que traduzi/pesquisei ou estou traduzindo/pesquisando naquele momento.

edgar allan poe me deu uma grande alegria e enorme prazer em partilhar coisas fenomenais, divertidas, interessantes, pouco conhecidas, em suma, um amplo leque de temas relacionados a ele.

o blog foi iniciado em 16 de setembro de 2011 e foi abastecido até 29 de junho de 2012, num total de 83 postagens e 21 mil visitas.

continua disponível e aberto a todos os interessados. obrigada, e bom proveito!

29 de jun de 2012

poe sobre emerson



entre os entretenimentos remunerados a que se dedicou edgar allan poe, estava uma simulação de análise grafológica a que submeteu a caligrafia de 109 autores contemporâneos seus e publicou no graham's magazine (1842). na verdade, pelo menos em vários casos, era uma oportunidade para poe brandir seu látego e desferir algumas chibatadas em seus desafetos. eis o que ele fala sobre ralph waldo emerson:
O sr. Ralph Waldo Emerson pertence a uma categoria de cavalheiros com os quais não temos a menor paciência – os místicos pelo misticismo em si. Quintiliano menciona um mestre-escola que ensinava a obscuridade e uma vez disse a um aluno: “Isso é excelente, pois nem eu mesmo entendo”. Como o bom homem riria do sr. E.! Seu papel atual, ao que parece, é ser mais Carlyle do que Carlyle. Lícofron, o Tenebroso, de fato é um tolo para ele. A melhor resposta a seu palavrório vazio é cui bono? – pequena expressão latina geralmente mal traduzida e mal compreendida – cui bono? – a quem isso serve? Se não ao sr. Emerson pessoalmente, com certeza a nenhum ser humano vivo.
Seu amor pelo obscuro, porém, não o impede de compor ocasionais poemas em que a beleza surge aos borbotões. Várias de suas efusões saíram no Western Messenger – mais no Dial, do qual ele é a alma – ou o sol – ou a sombra. Lembremos a “Esfinge”, o “Problema”, a “Tempestade de Neve” e alguns belos versos antiquados, com o título “Ó bela e majestosa donzela cujo olhar”.
Sua caligrafia é ruim, espraiada, ilegível e irregular – embora bastante ousada. Esta última característica talvez seja, e sem dúvida é, apenas uma parte de sua afetação geral.
(tradução minha; original aqui)

24 de abr de 2012

von kempelen na (n.t.)


(N.T.) Revista Literária em Tradução, em seu número 4, de março de 2012, 
publica "Von Kempelen e sua descoberta". Disponível aqui.


22 de abr de 2012

nossa frágil poeana



I.
a revista domínios de linguagem, da universidade federal de uberlândia, dedicou seu último número (v. 5, n. 3, 2011, disponível aqui) à atividade de tradução. entre os artigos encontra-se "edgar poe em português: limites entre tradução e adaptação", da autoria de élida paulina ferreira e karin hallana santos silva.

sem pretender me deter nos indiscutíveis méritos do artigo, faço inicialmente uma pequena retificação: a identificação entre tales of the grotesque and arabesque e histórias extraordinárias não passa de um tolo despautério editorial perpetrado pela abril cultural em 1978, que acabou gerando alguns equívocos. sobre o histórico do uso desse título histórias extraordinárias no brasil desde 1958 e os descaminhos pelos quais enveredou a partir de 1978, pode-se consultar meu artigo, "alguns aspectos da presença de edgar allan poe no brasil", em esp. IV.3, aqui.

o reparo mais importante que tenho a fazer sobre o artigo de élida ferreira e karin silva, porém, diz respeito ao exemplo apresentado como prova dos acréscimos que brenno silveira teria feito ao texto original de edgar allan poe, no conto "berenice":
Nesse âmbito, além de omissões também  observamos acréscimos de trechos. Quando o tradutor opta por acrescentar algo à tradução que não consta no original, ele amplia de forma a trazer mais elementos interpretativos,  interferindo na recepção do texto e, eventualmente, criando uma imagem diferente desse texto na língua de chegada. (p. 26, negritos meus)
o exemplo dado como acréscimo de algo "que não consta no original" é o seguinte, às pp. 26-7 (em destaque meu):
Poe: “I held them in every light – I turned them in every attitude. I surveyed their characteristics – I dwelt upon their peculiarities – I pondered upon their conformation – I mused upon the alteration in their nature – and shuddered as I assigned to them in imagination a sensitive power, and even when unassisted by the lips, a capability of moral expression. Of Mad’selle Sallé it has been  said, ‘que tous ses pas etaient des sentiments’, and of Berenice I more seriously believed que tous ses dents etaient des idées. 
Silveira: “Via-os sob todos os aspectos; revolvia-os em todos os sentidos; estudava suas características. Refletia longamente sobre suas peculiaridades. Meditava sobre sua conformação. Cogitava acerca de sua natureza. Estremecia ao atribuir-lhes, em minha imaginação, uma faculdade de sensação e de sensibilidade e, mesmo quando não ajudados pelos lábios, uma capacidade de expressão moral. De Mademoiselle Sallé foi dito – aliás muito bem  – que ‘tous ses pás étaient des sentiments’, e, de Berenice, eu acreditava ainda mais seriamente que toutes ses dents étaient des idées! Des idées!- ah! Aqui estava o pensamento idiota que me destruiu! Des idées! –Ah era por isso que eu os cobiçava tão loucamente! Sentia que somente a posse deles poderia restituir-me a paz, fazendo-me recobrar a razão.”
seria de fato surpreendente que brenno silveira, um dos tradutores mais cuidadosos e atentos à letra e ao sentido das obras que traduzia, tivesse acrescentado à sua tradução as frases: "Des idées!- ah! Aqui estava o pensamento idiota que me destruiu! Des idées! – Ah era por isso que eu os cobiçava tão loucamente! Sentia que somente a posse deles poderia restituir-me a paz, fazendo-me recobrar a razão", apenas a título de "comentário interpretativo", como afirmam as autoras à p. 27.

na verdade, a questão é bem mais simples. trata-se apenas de duas versões diferentes de "berenice": as  autoras tomaram como referência a versão de 1835, reproduzida na edição das TGA de 1840, ao passo que brenno silveira utilizou a versão definitiva, que poe havia estabelecido para publicação desde 1845. veja-se a versão final do texto de poe (negrito meu):
I held them in every light. I turned them in every attitude. I surveyed their characteristics. I dwelt upon their peculiarities. I pondered upon their conformation. I mused upon the alteration in their nature. I shuddered as I assigned to them in imagination a sensitive and sentient power, and even when unassisted by the lips, a capability of moral expression. Of Mademoiselle Sallé it has been well said, “Que tous ses pas etaient des sentiments,” and of Berenice I more seriously believed que tous ses dents etaient des idées. Des idées! — ah here was the idiotic thought that destroyed me! Des idées! — ah therefore it was that I coveted them so madly! I felt that their possession could alone ever restore me to peace, in giving me back to reason.
como se pode ver, o tradutor não procedeu a qualquer acréscimo ou comentário interpretativo a esta passagem: o acréscimo fora feito pelo próprio autor, edgar allan poe, na versão definitiva de "berenice", ela sim utilizada por brenno silveira em sua tradução.



II.
ademais, segundo o mesmo artigo, brenno silveira teria ferido "o princípio de fidelidade" que rege o ofício e "quebra[do] a atmosfera de suspense e mistério" do conto "metzengerstein", de poe: isso porque teria procedido à pura e simples eliminação de vários trechos do original em sua tradução. de mais a mais, o tradutor teria alterado também a idade do protagonista de quinze para dezoito anos.

como seria muito longo transcrever todos os trechos supostamente suprimidos, reproduzo aqui apenas o breve trecho em que brenno teria alterado a idade do protagonista, citado às pp. 25-26 do referido artigo:
Frederick was, at that time, in his fifteenth year. In a city fifteen years are no long period — a child may be still a child in his third lustrum: but in a wilderness — in so magnificent a wilderness as that old principality, fifteen years have a far deeper meaning.  
Frederick contava, a essa altura, dezoito anos. Numa cidade, dezoito anos não são muito tempo; mas na solidão  – numa solidão tão magnífica como a daquele velho principado – o pêndulo vibra com um significado mais profundo.
as autoras consideram que se trata de uma opção proposital de brenno silveira,* para adaptar o original ao contexto brasileiro, onde se atinge a maioridade aos dezoito anos, ademais suprimindo a frase "a child may be still a child in his third lustrum" para melhor adequar o texto em português a seus propósitos de "contextualização". o veredito é o seguinte:
Essa contextualização, no entanto, implica uma interpretação distinta do original no que concerne à visão que se tem da personagem, uma vez que com quinze anos ele é considerado uma criança e explicaria suas atitudes diante da perda dos pais. Sendo um adulto o fragmento perde todo o sentido em português. [p. 26; negrito meu]
ok, magister dixit. veja-se, porém, o texto original de poe em sua versão definitiva:
Frederick was, at that time, in his eighteenth year. In a city, eighteen years are no long period; but in a wilderness — in so magnificent a wilderness as that old principality, the pendulum vibrates with a deeper meaning. (1850)
tal como no caso dos supostos acréscimos e do "comentário interpretativo" que brenno silveira teria incluído em sua tradução de "berenice", acima comentados, aqui também, nas alegadas supressões e alterações que ele teria efetuado em sua tradução de "metzengerstein", o simples fato é que, na verdade, as diferenças resultam da revisão que o próprio autor, edgar allan poe, fez em seu conto.

tal como no caso de "berenice", a versão de "metzengerstein" utilizada por brenno é a definitiva, como consta na edição de 1850, ao passo que as autoras do artigo utilizaram a versão de 1840 para basear sua análise, apontar supostos acréscimos, supressões e contextualizações na tradução brasileira e tecer juízos sobre pretensas perdas de sentido em português, sobre uma alegada destruição da atmosfera de suspense resultante de tais supostas intervenções do tradutor e assim por diante.

não sei o que dizer. de certa forma, os fatos falam por si sós. espero apenas que as autoras retifiquem os dados e suas conclusões, de forma que futuros pesquisadores ou estudiosos da obra de edgar allan poe, ao consultar o referido artigo, não venham a incidir no mesmo equívoco.

* e de clarice lispector também, com sua adaptação tratada em paralelo com a tradução de brenno.


imagens: berenicemetzengerstein, de harry clarke.

mais um poe




a tordesilhas lança contos de imaginação e mistério, de edgar allan poe, na tradução de cássio de arantes leite, numa bela edição ilustrada por harry clarke. os 22 contos que integram o volume são:

1.    O poço e o pêndulo
2.    William Wilson
3.    Manuscrito encontrado numa garrafa
4.    O gato preto
5.    Os fatos no caso do sr. Valdemar
6.    O coração denunciador
7.    Uma descida no Maelström
8.    O barril de amontillado
9.    A máscara da Morte Vermelha
10.  O enterro prematuro
11.  O encontro marcado
12.  Morella
13.  Berenice
14.  Ligeia
15.  A queda da casa de Usher
16.  O diálogo de Monos e Una
17.  Silêncio: uma fábula
18.  O escaravelho de ouro
19.  Os assassinatos na Rue Morgue
20.  O mistério de Marie Roget
21.  O Rei Peste
22.  Leonizando

o conto "a máscara da morte vermelha" se encontra disponível aqui.

agradeço o toque de nilton resende, avisando desse novo lançamento.

11 de fev de 2012

poe, um favorito nos gibis



Interessante notar - o gibi Terror Ilustrado inaugura seu primeiro número com Poe:


O mesmo acontece com o gibi Horror, que traz "A visão macabra de Edgar Alan Poe" em seu número 1, A casa das torturas:





Como infelizmente não conheço o mundo dos gibis, não sei quais eram as editoras nem os anos de publicação.
Em todo caso, fica a notícia registrada a título de curiosidade.


10 de fev de 2012

poe contista em livro no brasil VI


Leituras de escritor: Ana Maria Machado
Tradução de Marcos Bagno. Coleção "Comboio de Corda". SM, 2008.
Contém: "A carta roubada".


Leituras de escritor: Moacyr Scliar
Tradução de XXX. Coleção "Comboio de Corda". SM, 2008.
Contém: XXX


Mais belos contos terroríficos dos mais famosos autores, Os, 1a. Série
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Vecchi, 1943.
Contém: "O enterramento prematuro".


Mais belos contos terroríficos dos mais famosos autores, Os, 2a. Série
Tradução de J. da Cunha Borges. Vecchi, 1945.
Contém: "O demônio da perversidade".


Mais extraordinários contos de horror, Os
Tradução de Renato Guimarães. Civilização Brasileira, 1978.
Contém:
  1. “O barril de amontillado”
  2. “Os assassinatos da Rua Morgue”
  3. “O coração delator”

Mais extraordinários contos de suspense, Os
Tradução de Renato Guimarães. Civilização Brasileira, 1978.
Contém: "O gato preto".


Manuscrito encontrado em uma garrafa, e Os crimes da rua Morgue
Adaptação de Ana Carolina Vieira Rodrigues. Coleção "Aventuras Grandiosas". Rideel, 2005.
Contém os dois contos do título.


Mar de histórias (Antologia do conto mundial) II - de 1800 a 1860
Seleção e tradução de Aurélio Buarque de Hollanda e Paulo Rónai. José Olympio, 1951.
Contém:
  1. "O homem da multidão"
  2. "A carta furtada"
Maravilhas do conto (fantástico, policial, amoroso etc.) da Cultrix, 1957 em diante. Ver aqui.


Máscara da morte rubra, A
Tradução de Jorge Ritter. Coleção "Só Um Conto". Artes e Ofícios, 2007.
Contém apenas o conto do título.


Máscara da morte vermelha, A
Tradução de Antonio Carlos Vilela. Série "Histórias Extraordinárias". Melhoramentos, 2006.
Contém apenas o conto do título.

A mascarada interrompida
Tradução e adaptação teatral de Dioclécio D. Duarte. O Norte, 1922.
Contém apenas o conto do título.


Melhores contos de cães e gatos, Os
Tradução de Celina Portocarrero. Organização de Flávio M. da Costa. Ediouro, 2007.
Contém: "O gato preto".


Melhores contos de Edgar Allan Poe, Os
Seleção e tradução de José Paulo Paes. Círculo do Livro, 1987.
Contém:

1. "Ligéia"
2. "A carta roubada"
3. "O barril de amontillado"
4. "Berenice"
5. "A queda da Casa de Usher"
6. "O escaravelho de ouro"
7. "William Wilson"
8. "O retrato ovalado"
9. "O homem da multidão"
Segue-se um posfácio de Lúcia Santaella, "Estudo crítico: Edgar Allan Poe (O que em mim sonhou está pensando)"

Agradeço a Francimar Alves pelos dados sobre o conteúdo desta edição.



Melhores contos de loucura, Os
Tradução de Celina Portocarrero. Organização de Flávio M. da Costa. Ediouro, 2007.
Contém: "O coração delator".


Melhores histórias insólitas, As
Tradução de Alair Oliveira Gomes. Coleção "Livro Amigo". Bruguera, 1972.
Contém: "O barril de amontillado".

Mistério de Marie Roget, O
Tradução de Líbero Rangel de Andrade e Frederico dos Reys Coutinho. Vecchi, 1943.
Contém:
  1. "O mistério de Marie Roget"
  2. "A carta roubada"
  3. "A máscara da morte rubra"

Mistério de Marie Roget, O
Tradução de Ary Nicodemos Trentin. Coleção "Selo Negro". FTD, 1995.
Contém apenas o conto do título.


Mistério de Marie Roget, O
Adaptação de Rodrigo Espinosa Cabral. Coleção "Aventuras Grandiosas". Rideel, 2009.
Contém apenas o conto do título.


Mistério do gato preto, O
Tradução anônima. Tecnoprint, 1954.
Contém:
  1. “O mistério do gato preto”
  2. “O sistema do dr. Breu e do professor Pena”
  3. “A máscara da morte vermelha”
  4. “O poço e o pêndulo”
  5. “O coração delator’
  6. “O tonel de vinho”
  7. “O enterramento prematuro”
  8. “O retrato oval”

As lacunas serão preenchidas à medida que eu for compilando os dados faltantes. (Continua)



9 de fev de 2012

poe contista em livro no brasil V


Hans Pfaall: uma aventura sem paralelo
Adaptação de Rodrigo Espinosa Cabral. Coleção "Aventuras Grandiosas". Rideel, 2006.
Contém apenas o conto do título.



Histórias célebres
Tradução de Octavio Mendes Cajado. Coleção Saraiva. Saraiva, 1959.
Contém:
  1. "O barril de amontillado"
  2. "Hop-Frog"
  3. "Manuscrito encontrado numa garrafa"
  4. "Uma descida ao Maelstrom"
  5. "O homem da multidão"
  6. "O sistema do Dr. Alcatrão e do Prof. Pena"
  7. "O encontro marcado"
  8. "William Wilson"
  9. "Sombra - uma parábola"


Histórias de crime e mistério
Tradução de Geraldo Galvão Ferraz. Coleção "Eu Leio". Ática, 1998.
Contém:
  1. “Os crimes da rua Morgue”
  2. “O mistério de Marie Roget”
  3. “A carta roubada”
  4. “O coração denunciador”
  5. “Berenice”
  6. “O gato negro”


Histórias de detetive
Tradução de Luiza Helena Martins Correia. Coleção "Para Gostar de Ler" 12. Ática, 1992.
Contém: "Tu és o homem".


Histórias de ficção científica
Tradução de Carlos Ângelo. Coleção "Para Gostar de Ler", 38. Ática, 2005.
Contém: "Os fatos no caso de monsieur Valdemar".


Histórias exquisitas
Tradução de Afonso de Escragnolles Taunay. Coleção "Bibliotheca da Adolescencia", Série 2, Livro 1. Melhoramentos, s/d, c. 1927 (pelo francês).
Contém:
  1. "O duplo crime da rua Morgue"
  2. "A carta roubada"
  3. "Manuscrito encontrado numa garrafa"
  4. "Descida ao maelstrom"
  5. "A balela do balão"
  6. "Metzengerstein"
  7. "Reminiscências de Augusto Bedloe"
  8. "O diabo no campanário"
  9. "Rei peste"

Histórias extraordinárias
Tradução de José Paulo Paes. Cultrix, 1958.
Contém:
  1. “Coração revelador”
  2. “O retrato ovalado”
  3. “O sistema do dr. Alcatrão e do professor Pena”
  4. “O gato preto”
  5. “O diabo no campanário”
  6. Berenice”
  7. “Sombra – uma parábola”
  8. “William Wilson”
  9. “O caixão quadrangular”
  10. “A máscara da morte rubra”
  11. “A queda da casa de Usher”
  12. “A carta roubada”
  13. “Ligéia”
  14. “Pequena palestra com uma múmia”
  15. “O barril de amontillado”
  16. “O poço e o pêndulo”
  17. “O  escaravelho de ouro”* 
  18. “O homem da multidão”. 
* (esta tradução, porém, é idêntica à tradução de almiro rolmes barbosa e edgard cavalheiro, de 1942 - ver aqui)


Histórias extraordinárias
Tradução de Brenno Silveira, salvo outra indicação. Civilização Brasileira, 1970.
Contém:
  1. “A queda da casa de Usher”
  2. “O barril de amontilhado”
  3. “O gato preto”
  4. “Berenice”
  5. “Manuscrito encontrado numa garrafa”
  6. “Os crimes da rua Morgue”
  7. “O mistério de Marie Rogêt”
  8. “A carta roubada”
  9. “Metzengerstein”
  10. “O Duque de l'Omelette”
  11. “O poço e o pêndulo”
  12. "William Wilson" (Berenice Xavier)
  13. "Nunca aposte sua cabeça com o diabo" (Milton Amado e Oscar Mendes)
Essa edição sai pelo Círculo do Livro em 1973 acrescida de "O escaravelho de ouro", "Um descida no maelström", “O jogador de xadrez de Maelzel” e “A aventura sem paralelo de um tal Hans Pfaall”, sem identificação do tradutor. Cabe notar a inclusão do ensaio sobre o autômato enxadrista entre contos de ficção.


Histórias extraordinárias
Tradução de João Teixeira de Paula. Ordibra/INL, 1972 (na verdade cópia da antiga tradução pela Garnier).
Contém:
  1. “O poço e o pêndulo”
  2. “O escaravelho de ouro”
  3. “O homem na multidão”
  4. “Berenice”
  5. “Hop Frog”
  6. “William Wilson”
  7. “Silêncio”
  8. “Sombra”
  9. “A carta roubada”
  10. “O gato preto”
  11. “O poder da palavra”
  12. “Pequena discussão com uma múmia”
  13. “O demônio da perversidade”
  14. “O sistema do doutor Breu e do professor Pena”
  15. “Rei peste”
  16. “Duplo assassínio na rua Morgue”.  
Traz também “O corvo (a gênese de um poema)”, “Método de composição” e a tradução de O corvo por Machado de Assis.


Histórias extraordinárias
Tradução de Pedro Ramires. Cedibra, 1972.
Contém:
  1. “O encontro marcado”
  2. “Ligéia”
  3. “O poço e o pêndulo”
  4. “Manuscrito encontrado numa garrafa”
  5. “Descida ao interior do maelström”
  6. “O mistério de Marie Rogêt”
  7. “A carta furtada”
  8. “Sombra — uma parábola”


Histórias extraordinárias
Tradução anônima. Otto Pierre, 1979.
Contém:
  1. “Os crimes da rua Morgue”
  2. “O mistério de Marie Roget”
  3. “O escaravelho de ouro”
  4. “O sistema do dr. Alcatrão e do prof. Pena”
  5. “A verdade sobre o caso do sr. Valdemar”
  6. “Descida ao maelstrom”
  7. “A carta roubada”
  8.  “Metzengerstein”


Histórias extraordinárias
Tradução de José Maria Machado. Clube do Livro, 1988 (na verdade cópia da antiga tradução pela Garnier).
Contém:
  1.  “O escaravelho de ouro”
  2. “O  homem na multidão”
  3. “Hop Frog”
  4. “William Wilson”
  5. “Silêncio (uma fábula)”
  6. “Sombra  (uma parábola)”
  7. “Berenice”
  8. “Pequena discussão com uma múmia”
  9. “A carta roubada”
  10. “O sistema do dr. Breu e do professor Pena”


Histórias extraordinárias
Tradução de Pietro Nassetti. Coleção "A Obra-Prima de Cada Autor". Martin Claret (na verdade cópia adulterada da tradução de Brenno Silveira).
Contém:
  1. “O gato preto”
  2. “Manuscrito encontrado em uma garrafa”
  3. “Os crimes da rua Morgue”
  4. “A carta roubada”
  5. “O poço e o pêndulo”
  6. “O escaravelho de ouro”
  7. “A queda da casa de Usher”


Histórias extraordinárias
Adaptação de Cláudia Ortiz. Coleção "Clássicos Adaptados Larousse". Escala/Larousse, 2005 (pelo francês).
Contém:
  1. “A carta roubada”
  2. “A queda da casa de Usher”
  3. “O gato preto”
  4. “O barril de amontillado”
  5. “A máscara da morte vermelha”
  6. “Hop-frog”
  7. “O escaravelho de ouro”


Histórias extraordinárias
Tradução de Antonio Carlos Vilela. Melhoramentos, 2011.
Contém:
  1. "A máscara da morte vermelha"
  2. "O coração revelador"
  3. "O gato preto"
  4. "O retrato oval"


Histórias fantásticas
Tradução de José Paulo Paes. Coleção "Para Gostar de Ler", 21. Ática, 1996.
Contém: XX

Histórias para Não Dormir - Dez Contos de Terror
Histórias para não dormir: dez contos de terror
Tradução de XX. Ática/Novo Continente, 2009.
Contém: "O barril de amontillado".

Histórias para não dormir
Histórias para não dormir
Adaptação de Pedro Rodríguez. Saraiva/Arx, 2010.
Contém: "O gato preto".


Homem da multidão, O
Tradução de Dorothée de Bruchard. Edição trilíngue. Paraula, 1993.
Contém também o original, a tradução de Baudelaire e excertos de Benjamin.

Horror: antologia
Tradução de Luiza Lobo. Coleção "Trevo Negro", 16. Bruguera/Cedibra, 1971.
Contém:
  1. "William Wilson"
  2. "O homem das chusmas"
  3. "O coração revelador"

Há lacunas, que serão preenchidas à medida que eu for compilando os dados faltantes. (Continua)